20 de outubro de 2026

Felca, obrigado!

Eu te entendo. Nunca apanhei, mas também sofri bullying no colégio. E, antes que você, que está lendo, venha me dizer que todo mundo já sofreu bullying, tenha dó e noção! Você sabe que isso não é verdade. Há pessoas que passam pela vida estudantil sem nenhum problema. Normalmente, elas sofrem dentro de casa e reproduzem a violência do meio em que vivem. E não, eu não estou justificando.

Vamos combinar: vivemos uma grande hipocrisia social. As pessoas perguntam: “Oi, como você está?”, mas, na verdade, poucas estão ali de verdade para te ouvir e olhar para a sua dor. Porém, existem algumas pessoas como eu, que realmente têm empatia para ouvir o outro e, em alguns momentos, quando me é dada essa oportunidade, ajudar.

O bullying deixa marcas que não se apagam. A desconfiança, a insegurança e a ansiedade são reflexos do bullying que você sofreu um dia. Até hoje, odeio falar em público, tenho traumas inacessíveis da época da escola e não lido bem com críticas. E olha que não estou falando daquelas críticas violentas, mas das sarcásticas, que, para mim, são as piores. Você não precisa gritar com alguém para ser cruel.

Demorei muitos anos para namorar. Muitos mesmo! Isso porque eu me achava um patinho feio. Já estive em listas das meninas mais feias da sala porque era baixinha e vesga (estrábica). Tem gente que acha isso superficial, mas quem bate esquece; quem apanha, não. Na hora do recreio, eu ia para a biblioteca. Ganhei o prêmio de aluna que mais leu durante o ano. Legal, né?

E aí, o que eu faço com essa porrada de bagagem emocional? Simples: não tente lidar com tudo isso sozinho. Procure um especialista. A terapia te ajuda a enviar essas malas para os devidos destinos e a seguir viagem, porque a vida é uma jornada.

Não se esqueça: essa viagem vale muito a pena. Se estiver difícil embarcar nas próximas aventuras, não hesite: procure ajuda.




19 de outubro de 2026

Você sabe o seu limite?

Já parou para pensar: qual é o seu limite? Limite emocional, limite financeiro, limite moral, limite ético etc.

Nos tempos atuais, os ânimos estão intensos e agressivos, e os limites têm sido ultrapassados. Vale tudo por um reconhecimento digital? Vale perder amizades, família e até o emprego por questões e pessoas que nem sabem da sua existência?

Eu entendo que existem valores que você não negocia, mas vale a pena o desgaste de falar com quem não quer te ouvir? Tem momentos em que esses diálogos serão murros em paredes, entende?

Sei lá, já batalhei muito por vitórias em discussões. Atualmente, não tenho mais paciência. Eu prefiro perder brigas que sei que já têm um rumo definido a me cansar em discussões que já estão “ganhas”.

Claro, discussão é uma coisa; conversa saudável, com contrapontos, é algo bem diferente. Não estou dizendo: “Cale-se!”. Estou apenas falando que tem conversa que já tem o fim definido. Aí, a escolha é sua: estresse sem retorno ou silêncio inteligente?

14 de outubro de 2026

O seu eu criança se orgulharia do seu eu adulto?

Dia doze de outubro, Dia das Crianças, me fez refletir sobre isso. Será que a mini Jana teria orgulho da Jana adulta? Olha, em alguns pontos, acredito que ela seria bem crítica e me perguntaria por que aguentei tantas coisas caóticas na vida sem reagir. Em outros momentos, penso que ela teria orgulho do quanto fomos corajosas e autênticas. Sei que daríamos um abraço apertado uma na outra ao recordar a Tuca, a Chantilly e a Xuxu. Saudades das nossas pequenas!

Ela ia gostar da Canjica, que é animada que nem a mini Jana era — aliás, que nem eu sou! Bora recuperar essa animação, risos. Falando nisso, ela ia ficar feliz com as coleções de brinquedos que tivemos ao longo dessa jornada. Sinto muito, mini Jana, mas continuamos intensas nas atitudes. Logo, fique sabendo que metade já vendemos, doamos ou virou presente para quem amamos.

Nosso gosto musical não mudou, não! Continuamos ecléticas e não gostamos de cantos gregorianos. Falando em música, olha, a gente foi a muito show massa, viu? Continuamos fãs de Britney Spears, Madonna, Backstreet Boys, Queen e Aerosmith (fomos ao show!), além dos Beatles (fomos ao show do Paul McCartney), entre outros.

As amizades mudaram, viu? E muito! Ficamos mais seletivas e não damos mais acesso à nossa vida a qualquer pessoa.

A família nos renderia outro longo e demorado abraço. Perdemos muita gente durante nossa caminhada, pessoas fundamentais na nossa vida. Triste, viu? Mas bora, né, mini Jana? Na vida profissional, crescemos sem derrubar ninguém, sem maldade e sem trairagem. Vou te contar: você acredita que ainda continuamos com o coração bom e nos enganando? Paciência, né?! É como sempre dizemos: “Tenho minha consciência tranquila. A mediocridade é dessa pessoa, não minha, e, graças a Deus, não sou igual a ela.”

Então, continuamos fazendo coisas manuais. Do Paper Craft, agora já produzimos quadros com pedrinhas 3D e vamos iniciar a missão dos chaveiros de feltro. A gente não para, né, mini Jana?

Neste Dia das Crianças, presenteei a gente com alguns jogos e com a coleção completa dos barris do Chaves. A gente ama! Você lembra, né?! Ah, você renasce sempre que brinco com a Beatriz e com a Diana. Viramos tia Dinda!

É isso! Acho que você iria se orgulhar e ficar chocada com algumas situações, mas o bom é que sempre estamos juntas.
E o seu mini eu se orgulharia da sua versão adulta?

9 de outubro de 2026

Quem é vivo sempre reaparece!

Bom dia, Brasília! Tudo bem com vocês?

Gente, quanto tempo, né? Muita coisa aconteceu! Me separei (não teve caos nem baixaria, apenas a conclusão de que nossos futuros eram incoerentes).

Faço esse comentário porque a internet é um vasto mundo e este blog é antigo. Logo, ele também fala do passado. A Chantilly e a Xuxu já partiram deste planeta. 🥹

Agora, sou mamãe da Canjica, essa doguinha preta e lindona da arte, muito sapeca! Ela está com quatro meses. 🖤🐶

Continuo no jornalismo? Sim, né! Não tem como abandonar assim um grande amor. Pois é, e vocês acreditam que aprimorei muito meu currículo? Agora, também trabalho com vídeos e sou social media!

Continuo apaixonada por música, fotografia, arte, moda e assuntos ligados à espiritualidade. Inclusive, me formei como astróloga e fiz alguns cursos de tarô. ✨

11 de fevereiro de 2015

Pense Nisso – Vale tudo para estar na moda?

Hoje a reflexão é baseada na matéria do portal Updateordie. A matéria conta a criação de um reality show online que enviou três blogueiros para trabalhar em uma fábrica têxtil no Camboja. A reflexão aqui é quanto vale o esforço do outro para você?

Será que nos importamos mesmo em saber em que condições são fabricadas as coisas que usamos. Pois é, ainda segundo o Updateordie, para a blogueira, Anniken Jørgensen, a experiência não foi nada agradável. – “Eu não aguento mais”. “Que tipo de vida é essa?”, diz a jovem loira que chora copiosamente diante das câmeras enquanto usa as mãos com unhas feitas para limpar as lágrimas. – O reality de cinco episódios foi uma produção do jornal norueguês, Aftenposten, para um experimento social, Jørgensen, juntamente com Frida Ottesen e Ludvig Hambro, voaram em 2014 para a capital Phnom Penh, onde experimentaram por um mês um pouco da vida do trabalhador da indústria têxtil no país do sudeste asiático.

 “Trabalhei com eles por algumas horas e pensei que ia partir ao meio. Estava muito quente e as tarefas são muito cansativas. Além disso, você tem que trabalhar sob grande pressão e fazer tudo muito rapidamente. Assim que termina uma peça de roupa, você começa a costurar outra, sem descanso. É um círculo vicioso que não acaba nunca”, contou Jørgensen ao jornal espanhol El Diario.

Bom, eu me importo com o que eu visto e como é produzida essa peça, desde a denúncia de trabalho escravo envolvendo a marca Zara, Renner, etc,  tenho repensado o ato de comprar. Comecei a dar prioridades a pequenas marcas e aos estilistas brasileiros.

E você como reage a esse tipo de tema?